Por Tainara Jacomini
Em 2026, o Microsoft 365 deixou de ser apenas uma suíte de produtividade e virou um dos alvos mais disputados do cibercrime. O motivo é simples: no mesmo lugar vivem identidade, e-mail, arquivos e conversas do time. Para o atacante, assumir uma conta válida costuma ser mais eficiente do que tentar “invadir a rede”.O que a gente tem visto crescer são ataques que parecem normais à primeira vista. Em vez de instalar malware barulhento, o invasor usa credenciais roubadas, tokens de sessão, permissões mal configuradas e ferramentas legítimas do ambiente para operar com discrição. Resultado: menos sinais óbvios de comprometimento e mais necessidade de governança e monitoramento de comportamento.

A engenharia social também evoluiu. Com apoio de IA, mensagens de phishing ficam mais bem escritas, mais contextuais e mais convincentes, principalmente quando exploram temas do momento e senso de urgência. No fim, a porta de entrada continua sendo a mesma: confiança e pressa.
O recado prático é direto: proteger o Microsoft 365 hoje é proteger identidade, reduzir privilégio e garantir capacidade de resposta. Não é sobre “se” alguém vai tentar, é sobre o quanto seu ambiente está preparado para detectar e bloquear rápido.
Como mitigar risco agora, sem complicar a operação:
Autenticação resistente a phishing: evolua de senha para MFA forte e, quando possível, modelos sem senha (ex.: chaves de segurança).
Zero Trust na prática: reduza privilégios, revise acessos administrativos e exija validação contextual (dispositivo, localização, risco).
Monitoramento comportamental: olhe para desvios como login fora do padrão, mudança súbita de privilégios e acessos incomuns a dados.
Backups realmente resilientes: versionamento ajuda, mas não é imutabilidade. Manter cópias fora do ambiente, com proteção contra exclusão e políticas claras de recuperação, é o que garante saída rápida em cenários de extorsão.
Governança contínua de identidade: revise apps conectados, permissões OAuth e sessões ativas para evitar persistência silenciosa.
Higiene operacional: atualização e hardening ainda cortam muito ataque oportunista.
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Partners | Nutanix
O risco invisível do RAID: quando o alerta some, mas o problema continua
Por Othon Oliveira

No storage tradicional, quando um disco grande falha, a troca da peça costuma trazer alívio. O painel volta ao verde e parece que o incidente acabou. Só que, na prática, a fase mais sensível costuma começar aí: o rebuild, o processo de reconstrução do array no disco novo.
Com discos de alta capacidade, esse rebuild pode levar horas ou dias. E durante essa janela, duas coisas costumam acontecer ao mesmo tempo: a performance das aplicações pode cair, porque o storage está trabalhando pesado em segundo plano, e o risco aumenta, porque o ambiente ainda está em condição mais frágil.
O ponto crítico é simples: se um segundo disco falhar, ou ocorrer um erro de leitura durante a reconstrução, o impacto pode escalar rápido. Em vez de um “incidente de disco”, você passa a lidar com indisponibilidade e, em cenários piores, comprometimento do array.
É por isso que arquiteturas hiperconvergentes como a Nutanix mudam o jogo. A proteção deixa de depender apenas de paridade e reconstrução pesada no storage e passa a trabalhar com cópias distribuídas entre nós diferentes. Na prática, isso reduz o raio de explosão de uma falha física e aumenta a previsibilidade quando algo quebra.
Pergunta rápida para sua TI: Se um disco de 10TB ou 16TB falhar hoje, quanto tempo seu ambiente leva para voltar a ficar totalmente protegido e qual é o custo disso em performance e risco?
Para transformar isso em ação: mapeie três itens simples: tempo médio de rebuild, impacto percebido nas aplicações e se existe capacidade ou estratégia para reduzir essa janela de risco
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Marketing
Semana Nutanix na prática
Na última semana, a agenda foi intensa e muito útil para quem vive infraestrutura no mundo real. Em dois dias seguidos, colocamos a Nutanix no centro da conversa, primeiro no formato mão na massa e depois em uma visão estratégica de modernização.
Primeiro, na quinta-feira com o Hands On Nutanix, um o encontro para quem prefere aprender fazendo. Um momento mais prático, com demonstrações, perguntas diretas e resolução de dúvidas do dia a dia. O objetivo foi simples: sair com mais clareza sobre como a plataforma se comporta na rotina e o que muda quando a TI busca simplificar a operação sem perder controle.

Na sexta-feira, foi a vez do nosso webinar “LGTI + Nutanix: Datacenter sob controle”, com um bate-papo direto e aplicável sobre modernização de infraestrutura para quem sente o ambiente ficando mais complexo, mais caro de operar ou mais arriscado para evoluir, mesmo que ainda esteja no começo da jornada e só queira entender o que faz sentido para a sua realidade.
Falamos de previsibilidade, simplicidade operacional, segurança e continuidade, além de como uma abordagem em etapas ajuda a reduzir riscos e acelerar ganhos, escalar com mais controle conforme a demanda cresce e fortalecer resiliência e recuperação sem aumentar a complexidade do dia a dia.
O webinar foi conduzido por Danilo Costa, Pre Sales e consultor de tecnologia focado em infraestrutura, nuvem e proteção de dados, e por Othon Oliveira, IT Specialist Analyst com atuação em alta disponibilidade, resiliência e proteção de dados. Tivemos ainda a participação especial de Pedro Henrique Borguin, Systems Engineer da Nutanix, com ampla experiência em Data Center, virtualização, HA, backup/DR, storage e redes SAN e LAN.

Para deixar o encontro ainda mais completo, sorteamos um fone de ouvido JBL e uma caixa de som JBL Flip entre os participantes do webinar.
▶️Se você não conseguiu participar, clique no botão abaixo e assista ao webinar completo no nosso canal do YouTube.
Clique aqui para assistir ao webinar
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People

Na última semana, o time comercial da LGTI participou de mais uma edição do Café com Nutanix, um treinamento objetivo para aprofundar a visão sobre a Nutanix Cloud Platform e seu papel na modernização da infraestrutura.
O encontro passou por temas que aparecem direto nas conversas com clientes, como multicloud híbrida, automação, gestão unificada e formas práticas de simplificar a operação em ambientes cada vez mais complexos.A condução foi do Pedro Henrique Borguin, Systems Engineer da Nutanix, com exemplos e pontos de atenção que ajudam o time a levar recomendações mais claras e seguras.

